Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Destaque Estréia o novo filme de Harry Potter "Sou o maior fã de Harry Potter do elenco", afirma intéprete de Draco Malfoy


"Sou o maior fã de Harry Potter do elenco", afirma intéprete de Draco Malfoy
UOL CINEMA
Colaboração de Rodrigo Salem, de Londres
O comportamento sarcástico de Draco Malfoy foi substituído por ares mais sombrios em "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", sexto filme da saga. Inimigo declarado de Harry Potter em Hogwarts, ele aparece calado, nervoso e prestes a concluir uma "missão" chave na história. Em entrevista concedida em Londres, na Inglaterra, o ator Tom Felton comenta os novos rumos do personagem que interpreta. "Ele mudou. Não é só o cara que deseja pegar no pé de Harry. Está mais profundo." O desafio, conta, foi percebido com entusiasmo. "Assim que li o script pensei que este seria meu ano".
Draco Malfoy aparece com ares mais sombrios no sexto filme

FOTOS DO FILME
ESPECIAL HARRY POTTER
Na conversa, Felton fala sobre a preparação para o personagem, seu contato com o diretor David Yates e a amizade com Daniel Radcliffe. Também aponta seu filme preferido da saga e o interesse pelos livros de J. K. Rowling. "Sou o maior fã de Harry Potter do elenco".
UOL - Draco é um ponto vital em O Enigma do Príncipe. Como foi a sensação de participar um pouco mais da ação?
Tom Felton - Ótimo! (risos) Draco realmente tem um pouco mais de importância no filme e posso fazer algumas cenas de ação bem divertidas dessa maneira. Assim que li o script pensei que esse seria meu ano!
Você já teve problemas com o fãs de Harry Potter por causa do papel?
Nada muito sério, apenas com os fãs mais novos, que não sabem separar a ficção da realidade. Mas não é de todo mal parecer assustador para as crianças (risos). Não sou como Draco na vida real, pelo contrário.
UOL - Neste filme, você encara um personagem bem mais complexo. Como foi a preparação?
Tom Felton - Conversei muito com David (Yates, o diretor) sobre como Draco estaria mentalmente no filme. Afinal, ele perdeu o pai e o modelo que admirava. Agora, Draco está sozinho e precisa mostrar que pode ser independente. Ao mesmo tempo, ele tem inveja de Harry, por não ser o escolhido. É quando surge a oportunidade de mostrar ao mundo o quão ele é importante, mas Draco teme dar esse passo. É um conflito de emoções. Antes, Draco era fácil de interpretar, porque era um personagem bidimensional. Ele mudou. Não é só o cara que deseja pegar no pé de Harry. Está mais profundo. Espero que as pessoas não sintam pena dele, mas simpatia pela situação pela qual está passando.
FILMES DO BRUXO
FOTOS DE HARRY POTTER

UOL - Mas não cansa voltar ao mesmo personagem pela sexta vez?
Tom Felton -Não. Eu adoro isso de voltar todos os anos. É definitivamente divertido. Os dias podem ser longos e pode ser difícil fingir que estamos ali pela primeira vez, mas não posso reclamar. Agradeço muito por não estar na pele de Daniel (Radcliffe). Ele é quem tem a grande missão de estar nos filmes o tempo todo. É uma loucura. Basicamente, documentaram nossa infância em seis longas (risos).
UOL - Você já pensou no que vai fazer quando as filmagens do último filme acabarem?
Tom Felton - Sem querer faltar com o respeito com o que as pessoas fazem normalmente, mas é assustador quando penso no que vou fazer depois daqui. A ideia de começar algo novo é aterradora. Mas eu sabia que uma hora iria acabar. Harry Potter não duraria para sempre, mas ainda não sei como reagirei no fim.
UOL - Mas você deve ter ofertas para outros filmes, não?
Tom Felton - Nem tanto. Faria qualquer coisa para um novo teste de elenco, mesmo sendo para um papel no qual todo mundo ache que não tem nada a ver comigo. Estou longe do ponto de ser procurado por Hollywood. Ainda preciso procurar muito.
UOL - Como foi ler o fim da saga?
Tom Felton - Olha, li As Relíquias Mortais e adorei. Acho que também dará um longa incrível. Foi até estranho retornar para filmar O Enigma do Príncipe depois de ter lido o final. Mas achei melhor... ficou tudo mais pessoal. Eu era fã antes dos filmes. Acho q sou o maior fã de Harry Potter no elenco. Sou apaixonado pelas histórias e fico sempre desesperado para fazer o filme melhor possível.
UOL - Você é amigo de Daniel Radcliffe ou leva o papel de inimigo a sério?
Tom Felton - (risos) Não, não. Eu costumava dizer que nos odiávamos só de brincadeira. Mas nos damos muito bem. Amamos críquete e passamos horas falando sobre isso.
UOL - Mas você é apaixonado por música como Daniel?
Tom Felton - Adoro música, mas discordamos um pouco sobre esse assunto (risos). Nunca falamos muito para não dar confusão. Daniel é apaixonado por bandas underground desconhecidas... Punks. Coisas que não conheço, então nem entramos muito neste terreno.
UOL - Como foi a cena com Dumbledore na torre de astronomia?
Tom Felton - David me deixou mais a vontade na cena. Precisei de um tempo com Michael o (Gambon, dono do papel de Alvo Dumbledore) para saber onde eu ficaria, fiz algumas anotações no roteiro e ensaiamos bastante. Foi uma cena muito pesada e havia muitas emoções fluindo no set.
UOL - Há muita diferença entre David e os diretores anteriores?
Tom Felton - Há diferenças entre eles no modo de trabalhar, mas David é incrível, calmo e dirige de forma quase íntima. Ele não tem aquele estilo histérico de alguns cineastas e isso é relaxante. Mas não há um preferido. Agora, entre os filmes, acho que meu preferido deve ser A Câmara Secreta, porque adoro cobras (risos).
UOL - Há algum cenário preferido de Harry Potter?
Tom Felton - O Grande Salão de Hogwarts. São tantas memórias e tantas pessoas que passaram por ali, centenas de garotos. Quando me falaram que era a última vez que iria filmar ali, deu um nó garganta.
UOL - E você não guardou nenhuma lembrança dos filmes?
Tom Felton - Pedi para ganhar lembranças algumas milhares de vezes. Agora, eu vou ter de roubar (risos). Brincadeira. Eles são muito rígidos, porque podem usar em outros filmes. Mas o diretor (Chris Columbus) me deu uma gravata de Hogwarts no primeiro filme. Anos depois, comprei um cachecol do filme numa lojinha. Era a maior imitação (risos).
UOL - Se você pudesse voltar no tempo e escolher um personagem na saga, quem seria?
Tom Felton - Draco. Sou grato por ele. É um personagem com uma boa participação nos filmes, mas não ao ponto de me fazer ser reconhecido nas ruas. Gosto disso. Só meu cabelo que entrega, então uso muito chapéu.

EXCLUSIVO NITROTVHD Divulgadas imagens inéditas de acidente envolvendo Michael Jackson

Qua, 15/07/09
por Redação Época
categoria Geral
A revista americana Us publicou em seu site nesta quarta-feira (15) um vídeo inédito mostrando cenas do acidente que o cantor Michael Jackson sofreu durante as gravações de um comercial da Pepsi em janeiro de 1984. Na ocasião, Jackson sofreu queimaduras de segundo e terceiro grau na face e perdeu parte do cabelo quando efeitos pirotécnicos explodiram antes do previsto.
Este acidente tem sido citado como o início do vício de Michael Jackson em analgésicos, que pode ter causado sua morte. O vídeo abaixo contém imagens vistas pela primeira vez pelo público (algumas das cenas podem chocar).

Domingo, 12 de Julho de 2009

Fique por dentro das Novidades da Novela Paraiso essa Semana

Sexta-feira, 10/07/2009

Zeca leva Rosa ao convento de Santinha

Desesperado para ver Maria Rita, o “peão doutor” passa por cima dos sentimentos da esposa
Título da Matéria

A lua-de-mel de Zeca e Rosinha vai de mal a pior. Depois de ficar fugindo de Rosinha durante a noite, o “filho do diabo” tem a cara-de-pau de levar Rosa até o convento onde Maria Rita está.

“Ocê disse que queria conhecê o convento onde ela vivia!”, murmura Zeca, quando a morena reclama ao chegar no local. O problema é que Rosinha não imaginava que o marido fosse usar isso como desculpa para levá-la até lá.



Rosinha confessa verdade à Matilde
Ao saber que Zeca e Rosinha estão lá para vê-la, Maria Rita manda a Irmã Matilde avisar que ela não pode receber o casal, mas abençoa o casamento dos dois. Nervoso, Zeca vai até o pátio e fica chamando pelo nome da amada, enquanto Rosinha começa a chorar diante de Irmã Matilde.

“A gente só tá casado no papel, irmã! Por enquanto, a gente só tá casado no papel!”, confessa a morena, deixando a freira horrorizada. Rosinha ainda deixa escapar que os pais de Maria Rita estão separados e a irmã registra a informação, preocupada.

Você não pode perder estas cenas, que devem ser exibidas na segunda-feira, dia 13.



    E sua mãe tambem Zeca Camrago diz que o Rei estava poderoso em sua noite no Maracanã

    E sua mãe também!

    Seu sogro estava lá cantando. A irmã mais nova da sua namorada também. A supervisora da sua repartição, com certeza estava. Seu professor de educação física da quinta série idem. Dois primos que você não via desde o Natal de 2005 apareceram. Aquela senhora que você de vez em quando vê na feira, rolando com sacrifício um carrinho abarrotado foi – e cantou. Assim como aquela menina que um dia você sonhou encontrar de novo no metrô também – lá estava ela! E mais um grupo de amigos com quem você tinha tomado chope de tarde, um ex-namorado mal resolvido, a amiga da sua tia que sempre tentava te seduzir quando você tinha só 14 anos, o frentista para quem você não deu gorjeta anteontem, a sexagenária que passou na sua frente na fila do banco, uma figura que você só conhecia da TV (e que te fez comentar: “Nossa, não é que ele também gosta dessas músicas?”), a musa do seu verão de dois anos atrás, alguns casais que você não conseguiu reconhecer, três enfermeiras que trocaram o plantão para poder ir até lá, e mais algumas dezenas de milhares de pessoas… Ah, e sua mãe também! Todos ali, cantando com o Rei Roberto Carlos.

    O clima era de puro êxtase! Já quase no final do show, quando, na noite de sábado, o coro poderoso de um Maracanã bem cheio entoava “Jesus Cristo eu estou aqui!” lavado pelos pingos grossos que caíam sem piedade havia mais de hora, o espetáculo adquiria proporções messiânicas. E ali, mais uma vez, naquela mesma noite, Roberto – comemorando seus 50 anos de carreira no maior show de uma turnê que está percorrendo o país – conseguiu a magia de transferir do palco para a platéia toda a energia de uma apresentação inesquecível.

    Não foi o primeiro show do Rei a que assisti, claro – aqui mesmo já registrei meu encantamento pelo ídolo maior da nossa música quando ele se apresentou, em agosto passado, com Caetano Veloso para comemorar um outro aniversário: os 50 anos da Bossa Nova. Sem contar algumas outras apresentações aqui e lá – afinal de contas, eu também tenho mãe… (e sou fã!). Mas eu nunca tinha visto Roberto tão poderoso – poderoso não exatamente no domínio das suas interpretações, que são sempre impecáveis e bem ensaiadas, mas no fascínio que ele é capaz de exercer sobre seus fãs.

    Como já mencionei – e como era fácil de perceber por quem também acompanhou o show pela TV –, choveu forte durante boa parte da apresentação. Eu mesmo me afastei do palco procurando abrigo por duas vezes – a primeira enquanto Roberto interpretava “Caminhoneiro” (tenho certeza de que você vai me desculpar) e depois, ainda que muito a contragosto, na segunda metade da apresentação de Wanderléa. Mas uma força maior (“Em busca do mesmo bem nessa direção caminhando vem!”, como diz a letra de “Jesus Cristo”) sempre me puxava de volta para o gramado do estádio para conferir o poder de sua majestade, mesmo sabendo que a capa de plástico distribuída gratuitamente (já que, claro, ela continha a marca do patrocinador do show, que transformava os adoradores do Rei em inocentes outdoors humanos) não seria capaz de me manter seco…

    Resistir, como todos ali já sabiam, seria inútil… Todos conheciam todas as músicas, e todos obedeciam na marca exata, na hora de cantar, gritar – eventualmente dançar –, abanar as mãos, e aplaudir… Começou, claro, com “Emoções” – e dali em diante, a julgar pelos olhares hipnotizados de todos na platéia, era como se aquelas pessoas só acompanhassem o Rei no seu famoso refrão: “Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! Wow wow wow wow wow…” – infinitamente…

    Quando alguém saía desse transe, era para cantar um verso bastante conhecido – como “Lady Laura, me leve pra casa, Lady Laura…”. Ou então para reproduzir letras inteiras de clássicos como “Café da manhã” – canção que, apenas por mencionar a chuva (num das minhas estrofes favoritas de toda a obra de Roberto, menos pela imagens realmente sugestivas da poesia inspirada – “travesseiros soltos, roupas pelo chão” – do que pelo adorável nonsense de uma capa pendurada que “assistia tudo, não dizia nada”…) provocava urros na plateia. A mesma reação, aliás, que vimos em uma das interpretações mais emocionantes do show, quando Roberto cantou “Sentado à beira do caminho” com Erasmo Carlos. “Vem a chuva, molha o meu rosto e então eu choro tanto”, diz a letra – e o público, que não tinha como não se identificar com os versos nessa hora, mais uma vez foi à loucura…

    Outros momentos memoráveis incluem a versão de “Cavalgada” – que contou com uma sessão instrumental tão pesada que a sensação era a de que Roberto seria capaz de fazer uma homenagem a um outro rei, Michael Jackson, e sair cantando “Thriller” a qualquer momento. Ou ainda o dueto com Wandeca na hora de “Ternura”, que de tão linda, inspirou centenas de casais – pelo menos os que estavam na minha frente – a trocar beijos apaixonados, formando silhuetas que, por causa das capas de chuvas que cobriam todas as cabeças, me remeteram aos enigmáticos amantes do pintor surrealista René Magritte beijando-se com os rostos cobertos por um tecido branco…

    No já testado “pout-pourri” de sucessos da Jovem Guarda, Roberto deu apenas uma pincelada naquela que é minha canção preferida de todo seu repertório – “E por isso estou aqui”. Mas não magoei… assim como aquelas quase 70 mil pessoas que lá estavam no Maracanã presenciando essa comemoração, eu já estava bem satisfeito de ver o Rei cantar mais do mesmo. Talvez um pouco mais emocionado do que das outras vezes, é verdade – seu choro quando o Tremendão entrou no palco me pareceu dos mais genuínos. E talvez essa emoção extra – que ele já anunciara logo no início da sua apresentação (“Se eu estiver sonhando, não me acorde até o final do show”) – foi fundamental para que aquela versão de “Jesus Cristo” que fechou a noite parecer tão poderosa.

    Muito antes de padre gravar discos, Roberto já havia inventado o pop de fé – “Jesus Cristo”, lembrando, é de 1970 (salvo engano). E nesta noite de sábado ele provava mais uma vez que ninguém – mesmo aqueles com mais credenciais religiosas do que ele – criou um hino mais poderoso do que esse. E não digo só pelas letras da canção, mas também pela sua peculiar sonoridade. Como comentou uma amiga que foi comigo ao show, “Jesus Cristo” é a coisa mais próxima de um funk que Roberto já fez – e eu imediatamente comecei a imaginar o que Marcelo D2 faria com um sampler desses (isso, claro, se um dia permitido fosse samplear a realeza…). Mas logo esse devaneio foi embora, e eu voltei, como que encantado, a bater palmas, junto com aquela multidão, que crescia naquele mantra.

    Eram palmas abafadas – você sabe o som que as mãos molhadas fazem. Gotas de água respingavam das mangas de plástico e se juntavam às que caiam do céu – agora rabiscado por simples mas eficientes fogos de artifícios. À minha direta, uma senhora que poderia ter qualquer coisa entre 50 e 75 anos, ensaiando uma coreografia mínima, trocava o peso do seu corpo de um pé para o outro, ambos protegidos apenas por uma sapatilha baixa de cor escura. Para ver seu ídolo de anos – décadas – bem de perto, ela escolheu um vestido florido (cor de rosa, claro) e um calçado confortável, que a essa altura mostrava-se irremediavelmente vulnerável ao aguaceiro que despencava, ao mesmo tempo que seus olhos, grudados no palco e na figura maior do Rei, quase que escondidos pelas lentes dos óculos recortadas por fios molhados, pareciam desafiar: “Chuva? Que chuva?”.

    Fotos: Alexandre Durão/G1

    Em show marcado por emoções, Roberto canta para 68 mil pessoas no Maracanã

    da Folha Online

    Atualizado às 00h49.

    A chuva quase estragou o primeiro show de Roberto Carlos no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. A apresentação na noite deste sábado chegou a ser interrompida por alguns minutos, mas nada que comprometesse o espetáculo. Em quase 2 horas e meia de show, o cantor emocionou o público de 68 mil pessoas com os principais sucessos dos seus 50 anos de carreira.

    Ao som da versão instrumental de "Como é Grande o Meu Amor por Você", Roberto Carlos entrou no palco dirigindo um calhambeque azul, às 21h40.

    "É a maior emoção que já vivi na minha vida. Quando estava lá em Cachoeiro [de Itapemirim (ES)] jamais imaginei que poderia viver um momento como esse, cantar no Maracanã olhando nos olhos de vocês", disse o cantor ao descer do carro.

    Roberto Carlos começou o show em comemoração aos seus 50 anos de carreira cantando "Emoções". Em seguida vieram "Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo", "Além do Horizonte", "Amor Perfeito", "Detalhes", "Outra vez", "Aquela Casa Simples", "Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo" e "Lady Laura".

    Fernando Donasci/Folha Imagem
    Roberto Carlos canta para 68 mil pessoas no estádio do Maracanã na noite deste sábado
    Roberto Carlos cantou para 68 mil pessoas no Maracanã na noite deste sábado em show pelos 50 anos de carreira

    Antes de "Nossa Senhora", Roberto Carlos falou sobre a infância e o começo de carreira em 1959 para em seguida cantar "Mulher Pequena" e "O Calhambeque".

    Por volta das 22h45, o show foi interrompido por cerca de dez minutos por causa da chuva durante a música "Caminhoneiro" e recomeçou com "Do Fundo do Meu Coração". Depois vieram "Proposta", Às Vezes Penso", "Os Seus Botões", "Café da Manhã" e "Cavalgada".

    Durante o começo de "Amigo", o cantor e compositor Erasmo Carlos interrompeu a música. "Para! Para tudo! Como você pode começar a música sem a minha presença", disse ele ao amigo de mais de 50 anos por um telão.

    Após algumas palavras de Erasmo, Roberto Carlos chama o amigo ao palco. Emocionados, ambos recomeçam "Amigos". Eles ainda cantaram "Sentado à Beira do Caminho"

    Na música seguinte, "Ternura", Roberto chama ao palco a cantora Wanderléa. Relembrando os tempos da Jovem Guarda Roberto, Erasmo e Wanderléa cantam "Eu sou Terrível".

    Ainda no embalo da Jovem Guarda, Roberto Carlos cantou um pout-pourri com "É Proibido Fumar", "Namoradinha de um Amigo Meu", "Quando", "E Por Isso Estou Aqui" e "Jovens Tardes de Domingo".

    Após quase 2 horas e meia, o show termina com "Jesus Cristo" e distribuição de rosas. Antes, ele ainda cantou "Como é Grande o Meu Amor por Você" e "É Preciso Saber Viver".

    Fim de "Harry Potter" é libertação, diz protagonista

    IVAN FINOTTI

    da Folha de S.Paulo, enviado especial a Londres

    O ambiente do Mandarin Oriental Hotel, no centro de Londres, é cheio de rococós. Cortinas de veludo, poltronas estofadas, mesas com toalhas pesadas. Daniel Radcliffe, 19, destoa de tudo isso. Ele veste tênis, calças velhas, uma camiseta marrom e uma jaqueta de couro preto. Parece um punk encostado no muro da esquina.

    Jaap Buitendijk/Efe
    O ator Daniel Hadcliffe em cena de "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", novo filme da saga
    O ator Daniel Hadcliffe em cena do filme "Harry Potter e o Enigma do Príncipe"

    É isso o que a reportagem daFolha lhe diz, assim que ele entra no quarto onde cinco jornalistas o esperam: "Você está vestido como um punk". "Sim", diz, abrindo um sorriso. "Quando estava vindo para cá, tocou Ramones no rádio. É ótimo! Fiquei de bom humor." E que música foi essa? "Sheena Is a Punk Rocker", gravada pelos Ramones em 1977, 12 anos antes de Radcliffe nascer.

    "Harry Potter e o Enigma do Príncipe" estava programado para o Natal de 2008 --por isso, uma série de entrevistas, incluindo esta abaixo, foi feita no ano passado. Mas o filme foi adiado e estreia nesta quarta-feira (15).

    Pergunta - Este é o primeiro filme de Harry Potter que é lançado quando todos já sabem o final da série. Isso diminui o interesse?
    Radcliffe - Não, porque todo mundo sabia o que acontecia no quinto livro quando o quinto filme foi lançado. Mesmo conhecendo o sétimo livro, as pessoas vão estar curiosas em ver o sexto e o sétimo filme.

    Pergunta - E o fato de o sétimo livro ter sido dividido em dois filmes?
    Radcliffe - Vamos filmar as duas partes de uma só vez. Eu fiquei feliz com a divisão. Acho que tivemos que cortar muita coisa antes e isso não seria possível no sétimo filme.

    Pergunta - E você vai ganhar o dobro de dinheiro?
    Radcliffe - (Risos) Em teoria, sim. Acho que sim. Gosto do jeito que você pensa! Primeiro diz que sou punk e agora aumenta meu salário! Yeah!

    Pergunta - Você faz trabalhos pelo dinheiro?
    Radcliffe - De jeito nenhum. Dinheiro é uma coisa pela qual sou muito, muito grato. Não me preocupo com dinheiro, mas provavelmente isso acontece porque o tenho. Uma das coisas pelas quais adoro George Clooney é que ele faz a série "Onze Homens e um Segredo", que são bons filmes comerciais, e ele tira grana daí e faz "Syriana" ou "Boa Noite, Boa Sorte", filmes que não vão render muito dinheiro, mas que são ótimos.

    Pergunta - Estamos bem perto de dizer adeus a Harry Potter. Como se sente a respeito disso?
    Radcliffe - Acho que vai ser bem estranho quando terminarmos. Nos últimos tempos, quando fiz outros trabalhos, como "December Boys" [cinema], "Equus" [teatro] ou "My Boy Jack" [filme para TV], sempre soube que haveria um filme de Harry Potter para voltar e havia segurança nisso. Ao mesmo tempo, acho que vai ser uma libertação. Hoje, recebo roteiros fantásticos e tenho que dizer: "Infelizmente, estou ocupado até 2030" (risos).

    Pergunta - Cinema, teatro ou TV?
    Radcliffe - É interessante. No palco, você tem aquela plateia na sua frente e isso é muito empolgante. Na TV, o legal é que é tão rápido... E, quando vou fazer Harry Potter, é um processo muito, muito lento. Levamos 11 ou 12 meses num filme. Quando conseguimos uma cena inteira num dia, é um dia muito bom. Em "My Boy Jack", fazíamos seis ou sete cenas por dia. Isso me exigia muito mais em termos de aprendizado. A diferença é que a TV é uma corrida de cem metros e o cinema é uma maratona. Porque o desafio em Potter é manter os níveis de energia altos e manter a resistência por 12 meses. Mas, se eu tivesse que escolher um dos três, eu realmente amo o teatro e escolheria esse.

    Pergunta - As meninas brasileiras querem saber: que tipo de garotas você gosta?
    Radcliffe - De garotas brasileiras (risos)! Nunca estive no Brasil, nem na América do Sul. Na verdade, procuro por alguém que seja mais talentosa que eu, que seja mais esperta que eu. Eu quero alguém que me desafie e que esteja certa sobre as coisas mais vezes do que eu. Não sei por quê, mas acho que se entrasse num relacionamento em que eu estivesse sempre certo, eu ficaria de saco cheio. Preciso de alguém que realmente me desafie. E que tenha um bom gosto musical! Sim, porque acho que se a gente estivesse numa situação romântica, jantar à luz de velas, e ela colocasse Britney Spears no som, eu sairia correndo.

    Pergunta - Talvez se ela colocasse Sex Pistols?
    Radcliffe - Exatamente! Isso seria bem mais romântico (risos).

    O jornalista IVAN FINOTTI viajou a convite da Warner Bros


    'Sei quem matou o meu Michael', diz La Toya







    La Toya Jackson foi destaque dos principais tabloides britânicos neste domingo, após assegurar que "sabe quem matou Michael". Sem citar nomes, a irmã do astro disse que várias pessoas estão por trás do suposto assassinato e que seu irmão valia mais morto do que vivo. As declarações de La Toya surgem apenas dois dias após o chefe da polícia de Los Angeles revelar que não descarta a hipótese de homicídio no caso.

    Sob o título "Michael foi assassinado... Eu soube desde o início", La Toya diz ao jornalThe Daily Mail que seu irmão morreu em decorrência de uma "conspiração". "Acho que foi tudo por causa de dinheiro. Michael valia mais de 1 bilhão de dólares. Quando alguém vale tanto dinheiro, sempre há pessoas gananciosas ao redor. Eu disse a minha família um mês atrás: 'Ele nunca chegará até Londres'. Ele valia mais morto do que vivo", afirmou.

    La Toya disse ainda que um "grupo de pessoas" teria roubado dois milhões de dólares em efetivo e diversas joias da casa de Michael Jackson. Ela afirma que esse grupo teria levado o cantor às drogas e o isolado de seus parentes e amigos, além de o ter forçado a trabalhar "até a exaustão" - o ídolo havia assinado um contrado de 50 shows em Londres, que começariam na próxima segunda-feira.

    Responsável por assinar o certificado de óbito de Michael, La Toya contou também ter sido ela quem pediu pela realização de uma segunda autópsia, pois o corpo possuía marcas de agulha no pescoço e nos braços. Segundo a irmã do popstar, os resultados finais da autópsia serão "um choque" para todo o mundo.










    Domingo, 5 de Julho de 2009

    Destaque da Tv Daniel Dalcin, o Alex de 'Malhação': de adolescente bagunceiro a ator centrado







    Daniel Dalcin, o Alex de 'Malhação': de adolescente bagunceiro a ator centrado
    Com apenas três anos de carreira, o ator já tem três novelas no currículo
    Juliana Maselli do Ego Rio
    A maioria dos telespectadores deve achar que Daniel Dalcin, o Alex de "Malhação", é mais um novato entre tantos no elenco da novelinha. Mas em seus três anos de carreira, o ator já tem três trabalhos no currículo.

    Após viver uma infância elétrica e ser um adolescente bagunceiro, Daniel encontrou sua paixão no trabalho de ator. Ele participou de alguns festivais de música na escola em sua cidade natal, Cabo Frio, no Litoral do Rio de Janeiro, e passou para a faculdade de Administração antes de decidir tentar a carreira de modelo na capital. Em entrevista para o EGO, Daniel contou que deve sua descoberta ao pai.

    "Tudo aconteceu muito rápido para mim. Meu pai nunca acreditou na música porque sabia que esse é um mundo difícil, mas quando eu tinha 19 anos, ele me incentivou a tentar a carreira de modelo. Viemos para o Rio e, quando chegamos em uma agência, a mulher me aprovou e me indicou para um curso de televisão. Foi muito revelador, e eu me apaixonei. Comecei a confiar no que eu tinha e a caminhar com as minhas próprias pernas. Um ano e meio depois, fiz um teste e passei. Nem cheguei a trabalhar como modelo", contou.

    . Veja a galeria de fotos de Daniel Dalcin para o EGO

    Morando há cinco meses sozinho em um apartamento na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, o rapaz agora busca se aprofundar na profissão e sonha ser reconhecido.

    "A gente sempre luta e traça objetivos para conquistar espaço, e eu quero conquistar o meu. Ser valorizado pelo meu estudo, pela minha dedicação."

    Marcos Serra Lima/Globo.com
    Daniel Dalcin toca na varanda de sua casa
    Relação com a música

    Apesar de não ter tido o apoio do pai para seguir a carreira musical, a pequena experiência nos festivais escolares o ajudou bastante a conseguir o papel de Alex, vocalista da Quadribanda. Desde os 13 anos, Daniel cantava com seu grupo de colegas e teve que mostrar seu talento para passar no teste. Mas o violão, segundo ele, foi uma habilidade conquistada depois da aprovação.

    "Eu já tinha feito teste para a temporada anterior de 'Malhação', mas acabou não acontecendo. Desta vez, estava ainda mais preparado do que antes e passei por três etapas até ser completamente aprovado. Tive que cantar nos testes, mas não sabia tocar violão, não tinha nem idéia. Fiz aulas particulares e comecei a praticar. Antes, era praticamente impossível para mim cantar e tocar ao mesmo tempo", disse.

    Perguntado como surgiu a vontade de cantar, o ator relembrou suas brincadeiras de infância com o avô e disse que ele era seu grande parceiro de traquinagens.

    "Eu e o meu avô tínhamos uma relação muito grande, um contato raro de ser ver. Ele morreu cedo, mas me ensinou muita coisa. Nós tínhamos um sítio onde íamos todo fim de semana, e eu era o preferido dele. Tacávamos fogo em tudo quanto é canto e depois o pessoal saía desesperado para apagar. Ríamos muito. Esse lance de cantar começou quando estávamos voltando de uma cidadezinha e ele me colocou em cima do capô do carro, foi dirigindo devagarzinho e pediu para eu soltar a voz", recordou.
    Corpo e assédio

    Além de cantar - "As pessoas que me conhecem sabem que eu canto em qualquer lugar" -, o maior hobby de Daniel é praticar esportes. Disciplinado, o rapaz contou que corre na praia pelo menos três vezes na semana e entrou para a capoeira há pouco tempo para aprender a trabalhar melhor com o corpo.

    "Sou muito caseiro. Gosto do dia e, por causa do esporte, tenho disciplina. Acho importante porque vários adolescentes assistem à gente. Tem que tomar cuidado com o que se faz. Não sou de sair à noite, aloprar. Sou centrado. Corro, faço barra, nado e faço musculação", contou.